Transferência de embrião congelado

No tratamento de fertilização in vitro são frequentes os casos em que o número de embriões formados é maior que o número de transferidos. São os chamados embriões excedentes. Tais embriões, quando apresentam boa qualidade, são congelados para eventual transferência no futuro (caso a primeira transferência não resulte em gravidez ou mesmo para a tentativa de uma segunda gravidez). Em algumas situações, como casos de excesso de resposta ao estímulo ovariano, indicação de biópsia embrionária, preparo endometrial inadequado ou indicação de cirurgia prévia, os embriões podem ser todos congelados, isto é, sem a transferência de nenhum embrião a fresco (que não foi congelado). Ainda, quando não existe o desejo imediato de gravidez, indica-se o congelamento de embriões com o objetivo de preservar a fertilidade do casal.

Como funciona a transferência de embrião?

Atualmente, os embriões são congelados por uma técnica chamada vitrificação, extremamente eficaz na preservação tanto de óvulos quanto de embriões. As altas taxas de sucesso com esta técnica permitem que seja transferido um número cada vez menor de embriões, reduzindo, assim, as taxas de gravidez gemelar, mas sem reduzir as taxas de sucesso do tratamento.

Para a transferência, é necessário preparo hormonal por cerca de 15 dias e o procedimento é tecnicamente simples. Não requer anestesia. Com a paciente em posição ginecológica e com a bexiga cheia (a transferência é guiada pelo ultrassom pélvico), um fino cateter é passado pelo colo do útero. Por este cateter, o embrião é levado até o fundo da cavidade uterina, para onde é transferido. Cerca de 10 dias depois, a dosagem do beta-HCG no sangue indicará se ocorreu a implantação, ou seja, se a mulher está grávida.

Muitos casais, com dificuldades para engravidar, têm inúmeras dúvidas sobre os tratamentos capazes de ajudar a superar seus obstáculos. Felizmente, temos disponíveis, hoje, uma série de procedimentos clínicos que amparam os casais com dificuldades para conceber de forma natural. Neste conteúdo, abordaremos a transferência de embrião,  uma das etapas do tratamento de fertilização in vitro (FIV).

 

Mas antes de falarmos diretamente  da transferência de embrionária, é importante compreender como o embrião se forma.

 

O embrião corresponde ao estágio inicial de desenvolvimento de um organismo e é formado a partir da fecundação do óvulo (gameta feminino) pelo espermatozóide (gameta masculino).

 

Neste processo, há a fusão de materiais genéticos e a formação de uma pequena célula embrionária, que se fixará na parede uterina.

 

O período embrionário é o estágio mais vulnerável da gestação da mulher e termina na 8ª semana após a fecundação. A partir daí, o embrião é chamado de feto.

 

Uma das possibilidades para os casais com dificuldades de formar o embrião, a partir da fecundação natural, é a FIV – Fertilização in Vitro, técnica de reprodução assistida que consiste na formação do embrião em ambiente laboratorial, a partir da coleta mecânica dos gametas femininos e masculinos.

 

Organizamos as principais dúvidas dos casais que pretendem realizar o procedimento da transferência de embrião, etapa final da FIV. Um momento delicado, que exige acompanhamento de profissionais qualificados.  Veja a seguir!

O que é transferência de embrião?

A transferência de embrião é o 4° estágio da FIV. Após a estimulação ovariana com hormônios, coleta de óvulos e posterior fertilização pelos espermatozóides, há a transferência  embrionária para o interior do útero.

 

O principal objetivo do procedimento é depositar os embriões formados com eficiência no endométrio (camada interna do útero).

 

A transferência não necessita de anestesia. Pode gerar algum desconforto, mas pouca dor.

Como funciona a transferência de embrião?

O procedimento é simples. A mulher deve ficar em posição ginecológica. Há então a passagem de um cateter “guia” flexível, que passa pelo orifício externo até o orifício interno do colo do útero. Então, introduz-se um outro cateter interno contendo um ou mais embriões.

 

O médico, então, coloca o líquido no útero e, a partir daí, o embrião deverá se implantar  no endométrio. Todo o procedimento é guiado por exame de ultrassom.

Como se programar para a transferência de embrião?

De forma simplificada, a transferência de embrião pode ser feita a fresco (em geral 5 dias após a coleta dos óvulos e fertilização pelo espermatozoide) ou em ciclos posteriores. Nesse caso, o embrião deve ser congelado previamente.

 

Em casos de transferência de embriões descongelados, há a necessidade do preparo endometrial prévio, por meio de hormônios ou em ciclo natural.

 

Existe algum cuidado específico após a transferência embrionária?

Antigamente, quando a FIV começou a se popularizar, existia o mito de que era preciso repouso após a transferência embrionária para garantir o sucesso do procedimento.

 

Hoje em dia, porém, muitos estudos indicam que o repouso não tem nenhuma relação com o resultado positivo. Alguns minutos após o procedimento, é indicado que a mulher permaneça deitada por uma questão de conforto, mas ela pode voltar para casa alguns minutos depois. No dia seguinte, ela pode voltar a rotina normalmente. O mais difícil nesta fase é conter a ansiedade.

 

O teste de gravidez, por meio de exame de sangue (Beta HCG quantitativo), é realizado, em média, 9 – 12 dias após a transferência.

 

Lembre-se que para obter os melhores resultados da Fertilização in Vitro e da transferência embrionária, é essencial que o casal procure uma clínica de reprodução humana especializada.

 

Profissionais qualificados e atenciosos são os melhores companheiros para oferecer o suporte emocional e o cuidado médico necessário.

 

Perguntas Frequentes

Confira abaixo algumas das principais dúvidas e perguntas que os nossos pacientes fazem:

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