Seu eu fizer Fertilização In Vitro (FIV), terei gêmeos?

Pais de gêmeos estão acostumados a serem questionados: Foi natural ou Fertilização in vitro (FIV)? Você sabe qual o motivo que torna essa pergunta tão frequente? Continue lendo o post para entender melhor!

Nos últimos 20 anos, o número das gestações múltiplas subiu consideravelmente e a principal razão para isso foi a expansão dos tratamentos de reprodução humana (TRA). Nos Estados Unidos, em 2016, 16,2% dos gêmeos eram resultantes de TRA. Ainda, aproximadamente 30,4% de todas as crianças nascidas por TRA eram gêmeos, número bem maior que a incidência de gêmeos na população geral, que é de 3,3%. O risco dos gêmeos idênticos em mulheres que se submetem à FIV sobe em relação a população geral (0,4% para 1,5%), mas ainda é baixo.

Mas então porque as pessoas associam gêmeos à FIV?

O que realmente impacta mais nas taxas de gemelaridade é a incidência dos gêmeos dizigóticos pós tratamentos de reprodução assistida e esse número está diretamente relacionado ao número de embriões transferidos na FIV. Décadas atrás, era bastante comum ouvir que foram transferidos mais de 3 embriões em uma FIV e isso se fazia na tentativa de aumentar as chances de sucesso do tratamento. O resultado foi o aumento no mundo das taxas de gemelaridade.

No entanto, na gestação gemelar há maior risco de complicações, tanto maternas quanto fetais, como hemorragia pós-parto, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, prematuridade, baixo peso ao nascer e mortalidade perinatal. Com o avanço das tecnologias e do conhecimento, felizmente, o número de embriões transferidos foi se reduzindo.

O Conselho Federal de Medicina, na sua resolução em 2017, publicou que mulheres com até 35 anos de idade podem transferir até 2 embriões; de 36 a 39 anos, até 3 embriões; e com 40 anos ou mais, até 4 embriões. Esses limites ainda são altos, mas já representam uma tentativa de conter o aumento da gemelaridade. Atualmente, a transferência de um embrião único tem sido bastante explorada e vem ganhando cada vez mais força.

Cabe ao médico especialista analisar cada caso e expor ao paciente as taxas de sucesso e riscos de acordo com o número de embriões transferidos, para que juntos possam chegar a uma escolha sensata.

Saiba mais sobre Fertilização in Vitro.

GINECOLOGIA E OBSTETRICIA em Clinica Viventre
CRM: 129.377

Formada em Ginecologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da USP. Concluiu um Fellowship na área de Infertilidade na Yale University, nos Estados Unidos, e um estágio em Medicina Reprodutiva no IVI (Instituto Valenciano de Infertilidad), na Espanha.

É membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE).

Especialidades:
- Preservação de Fertilidade
- Oncofertilidade
- Falência Ovariana Prematura
- Infertilidade sem causa aparência
- Endometriose e Infertilidade
- Anovulação e Infertilidade
Dra. Paula Marin

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