Biópsia de Embrião

Atualmente, é possível submeter os embriões a estudos genéticos antes da transferência para o útero. O chamado Teste Genético Pré-Implantacional (PGT) é um exame realizado por meio de biópsia embrionária para rastrear alterações cromossômicas ou genéticas. É um procedimento que não faz parte do tratamento de rotina de fertilização in vitro, mas pode ser indicado em situações específicas. Algumas células do embrião são retiradas e analisadas, com o objetivo de diminuir a probabilidade de  transferência de embriões geneticamente alterados. A decisão sobre realizar ou não biópsia dos embriões deve ser tomada após uma detalhada conversa com o médico responsável pelo tratamento, que avaliará a história clínica, exames realizados, desempenho em eventuais tratamentos anteriores e, assim, ajudar o casal nesta decisão. 

Indicações mais comuns:

  • Alteração em cariótipo do casal
  • Abortamentos de Repetição
  • Falhas de Implantação em ciclos prévios de FIV
  • Idade da Mulher acima de 40 anos
  • Antecedente pessoal ou familiar de doenças genéticas conhecidas
  • Desejo do casal
  • Preservação de fertilidade de embriões euploides

 

 

O PGT é divido em 3 tipos que são realizados de acordo com indicações específicas.

 

1. Teste Genético Pré-Implantacional para Aneuploidias (PGT-A)
É um exame de rastreio para aneuploidias, ou seja, alterações numéricas dos cromossomos em casais que não apresentam doenças genéticas conhecidas.

 

2. Teste Genético Pré-Implantacional para Doenças Monogênicas (PGT-M)
É indicado para casais portadores ou com história familiar de doenças genéticas monogênicas (fibrose cística, por exemplo).

 

3. Teste Genético Pré-Implantacional para Translocações (PGT-SR)
É indicado para casais que apresentam alterações cromossômicas estruturais, como as translocações, usualmente detectadas no exame de cariótipo.

 

Acesse também o artigo sobre biópsia de embriões em nosso BLOG, clicando neste LINK.

 

Para que serve a biópsia de embriões?

Os tratamentos de reprodução assistida visam melhorar progressivamente suas técnicas para aumentar a precisão e as chances de sucesso para casais que decidem engravidar. No tratamento de fertilização in vitro (FIV) existe uma técnica chamada biópsia de embriões, que consiste em analisar os embriões antes de introduzi-los no útero da mãe. 

Entenda mais sobre a biópsia embrionária

O Teste Genético Pré-Implantacional (PGT) tem o objetivo de diagnosticar a presença de uma doença genética ou cromossômica nos embriões antes de prosseguir com o processo de fertilização in vitro. Neste artigo, vamos apresentar aspectos relacionados à técnica de biópsia embrionária.

 

Como é feita?

A biópsia é um exame que detecta alterações ou comportamentos incomuns em células humanas, como mudanças na forma ou no tamanho. No caso do PGT, por meio da observação das células é possível identificar os cromossomos presentes e avaliar se há uma alteração que pode levar a erros de tratamento ou ao encerramento espontâneo. 

 

Por que esse procedimento é tão importante?

Para que o procedimento seja bem-sucedido e forneça resultados mais confiáveis, a biópsia do embrião deve seguir certos critérios. Um dos mais importantes é o estágio de desenvolvimento de um embrião em que a biópsia é realizada (a “idade” do embrião). Atualmente, o estágio de blastocisto, que geralmente é alcançado entre o quinto e o sétimo estágios, é o momento ideal para continuar o desenvolvimento embrionário. 

 

Outro aspecto importante diz respeito ao estágio de diferenciação das partes celulares que compõem o blastocisto. O embrião nesse estágio se divide em uma massa celular interna e uma massa celular externa chamada trofoectoderme, a partir da qual a biópsia de um embrião é realizada. Essas duas partes devem ser bem diferenciadas para que o procedimento funcione corretamente. 

 

Indicação

A técnica de biópsia de embriões pode ser recomendada em diversas situações, mas, na maioria dos casos, é indicada para casais com histórico de doenças genéticas ou hereditárias, além dos fatores de risco com maior probabilidade de promover alteração genética nos embriões. Isso porque, como mencionado anteriormente, por meio do PGT é possível detectar anomalias das doenças de maior prevalência na população. 

 

Quais as chances da gravidez dar certo?

Deve-se destacar que o embrião é um fator importante para se levar em consideração as chances de sucesso dos tratamentos de reprodução humana assistida. Embriões que atingiram o estágio de blastocisto para permitir a realização da biópsia – e que são conhecidos por terem uma carga genética normal quando examinados para PGT – teoricamente sinalizam um bom potencial de implantação. 

 

No entanto, é importante lembrar que outros fatores também podem influenciar positiva ou negativamente a implantação e as chances de sucesso podem variar. 

Perguntas Frequentes

Confira abaixo algumas das principais dúvidas e perguntas que os nossos pacientes fazem:

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