Até quantos anos a mulher pode engravidar via fertilização in vitro?

Nos tempos atuais, é cada vez mais comum que os casais se esforcem e trabalhem muito para ter uma criança em ambiente seguro, confortável e acolhedor. Essas condições, entretanto, levam certo tempo para se efetivar e muitos deles planejam ter filhos em idades cada vez mais avançadas. Casais nessas condições, entretanto, devem encontrar respostas para a seguinte questão: até quantos anos a mulher pode engravidar?

 

Na contramão do planejamento, a biologia humana é implacável: quanto mais avançada a idade de uma mulher, menores serão as chances de gravidez natural. Diante desta situação, muitos casais decidem buscar a ajuda de profissionais especializados em reprodução humana e acabam investindo em técnicas como a fertilização in vitro, também conhecida como FIV. Em outras palavras, há esperança!

 

Neste artigo, vamos esclarecer as principais questões relacionadas ao assunto. Vamos em frente?

 

Como surgiu a fertilização in vitro

A FIV revolucionou a ciência entre as décadas de 1980 e 1990. No Brasil, o primeiro bebê concebido a partir de uma fertilização fora do corpo da mulher nasceu em 1984 e, desde então, as técnicas foram se tornando cada vez mais eficientes,com taxas de sucesso cada vez mais altas. Apesar disso, a fertilização in vitro ainda gera muitas dúvidas, a maioria relacionada à faixa etária ideal para se apostar na FIV.

 

Como funciona

De forma resumida, a FIV consiste na estimulação ovariana, coleta de óvulos e sêmen para uma fecundação assistida, que ocorre no laboratório (daí o termo in vitro). Após a fecundação, o médico transfere o embrião para o útero para que a gestação evolua. Mas quando a fertilização in vitro é indicada? E até quantos anos a mulher pode engravidar?

 

Após os 35 anos, as mulheres passam por uma diminuição considerável na fertilidade e essa mudança aumenta ainda mais após os 38 anos. Isto se deve à redução do número de óvulos (reserva ovariana) e à piora de qualidade desses óvulos, que apresentam maior incidência de alterações cromossômicas.

 

Segundo especialistas, a mulher consegue fazer a fertilização in vitro com seus próprios óvulos e taxas aceitáveis de gravidez até os 42 anos, em média. Mas essa não é uma regra. A idade máxima varia muito de mulher para mulher e depende de uma série de fatores.

 

De qualquer forma, é possível utilizar óvulos doados por mulheres mais jovens (de até 35 anos) para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Outra opção é o congelamento prévio dos próprios óvulos, visando a uma gravidez futura via FIV, se necessário.

 

Mais detalhes sobre a FIV

O procedimento funciona da seguinte maneira: o primeiro passo é o tratamento hormonal pelo qual a mulher passa. A partir da aplicação de hormônios, a ovulação é estimulada artificialmente. Então, os óvulos são coletados e encaminhados ao laboratório.

 

Em paralelo, os espermatozoides do homem são coletados e utilizados para fertilizar os óvulos obtidos.  O médico especialista e embriologistas acompanham passo a passo da o desenvolvimento do embrião. Geralmente, após o 5° dia depois da fecundação, o embrião está pronto para ser transferido para o útero.

 

Enquanto isso, ela seguirá tomando hormônios que mantém seu corpo apto para a gestação. O processo se completa em um intervalo de 15 a 20 dias e pode ser repetido no mês seguinte caso necessário.

 

Quando recorrer à FIV?

Vale lembrar que a fertilização in vitro é considerada a técnica mais avançada no rol de procedimentos de reprodução assistida. Apresenta custo mais elevado que as demais e  exige o suporte de especialistas altamente qualificados.

 

Por isso, é importante que mulheres com idade inferior aos 35 anos que tentam engravidar naturalmente há mais de um ano procurem ajuda de um especialista.

 

Caso a mulher tenha mais que 35 anos, recomenda-se que a busca por ajuda médica seja antecipada para seis meses de tentativas sem sucesso.

 

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GINECOLOGIA E OBSTETRICIA em Clinica Viventre
CRM: 129.377

Formada em Ginecologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da USP. Concluiu um Fellowship na área de Infertilidade na Yale University, nos Estados Unidos, e um estágio em Medicina Reprodutiva no IVI (Instituto Valenciano de Infertilidad), na Espanha.

É membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE).

Especialidades:
- Preservação de Fertilidade
- Oncofertilidade
- Falência Ovariana Prematura
- Infertilidade sem causa aparência
- Endometriose e Infertilidade
- Anovulação e Infertilidade
Dra. Paula Marin

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